Dulpa lança Instituto Locomotiva para transformar dados em estratégias e ações

Instituto Locomotiva

Novo instituto de pesquisa de Renato Meirelles e Carlos Alberto Júlio nasce para aliar conhecimento e estratégia em um cenário em que só o bolso do consumidor não explica mais a cabeça do brasileiro. Esses dois renomados nomes uniram suas forças para trazer ao mercado o Instituto Locomotiva que mostrará o amadurecimento do consumidor brasileiro, diante de um universo que está em constante mutação e como empresas podem mudar suas estratégias internas e externas, para transformar essas mudanças em oportunidades.

Renato Meirelles, ex-presidente do Data Popular e um dos maiores especialistas em consumo e opinião pública do Brasil, e Carlos Alberto Júlio, referência em gestão de negócios, professor, autor de diversos best-sellers e um dos mais requisitados conferencistas quando os temas são inovação, estratégia e empreendedorismo, estão à frente de uma empresa de pesquisa recém-chegada ao mercado brasileiro: o Instituto Locomotiva, com sede em São Paulo.

Muito mais do que analisar as profundas mudanças no comportamento de consumo da população brasileira, o Instituto Locomotiva surge para mostrar, por meio de dados, histórias e pessoas, que em um mundo que se transforma cada vez mais rápido, verdades absolutas são destruídas a qualquer momento.

Nos últimos anos, o Brasil sofreu uma das mais profundas mudanças da sua história. O consumidor amadureceu e se transformou. Na última década, mais de 10 milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho, 53 milhões de pessoas passaram a ter acesso à Internet, 50 milhões de contas bancárias foram abertas e o País ganhou 10 milhões de universitários.

“Temos hoje no Brasil milhões de pessoas que ascenderam economicamente, mas que continuam pensando como se ainda pertencessem às classes econômicas mais baixas. São pessoas com bolso de classe alta, mas com cabeça de classe C/D. Hoje, bolso sozinho não explica a cabeça”, explica Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

“Quando se olha só para a renda das pessoas, agrupamos, por exemplo, na classe A médicos e donos de bar, e, na classe C, professores do ensino médio e profissionais da construção civil. Brasileiros com cotidiano, hábitos, escolaridade e estilo de vida completamente diferentes. Em pleno século XXI fica claro que a classificação de renda não explica mais o comportamento de consumo”, enfatiza Renato Meirelles.

Trilhos promissores – “Ao longo da minha carreira profissional, seja como executivo ou liderando processos de mudança na cultura organizacional das empresas, sempre me surpreendi com a pouca importância dada às reais demandas do consumidor. Me junto ao Instituto Locomotiva por entender que conhecer a cabeça do cliente é fundamental para qualquer companhia que busque a liderança do mercado”, destaca Carlos Alberto Júlio, sócio e head de estratégia e inovação do Instituto Locomotiva.

Carlos Júlio será responsável por transformar os resultados das pesquisas em estratégia de negócio e colocar o consumidor no centro das decisões das empresas.

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